HIPNOSE NO DF PROB. PSÍQUICO HIP. DEF. IND. SOBRE MIM CASOS CLÍNICOS
HIPNOSE NO DF
PROB. PSÍQUICO
HIP. DEF. IND.
SOBRE MIM
CASOS CLÍNICOS
VÍDEOS
ONSTELAÇÃO FAMIL. SITEMIC

 

O que é constelação familiar sistêmica?

É uma técnica terapêutica criada pelo Alemão Bert Hellinger.

A constelação familiar sistêmica vai liberar o indivíduo  dos seus medos, carências, destinos difíceis, traumas, enfermidades e relações problemáticas entre outras: as tensões do presente que tem sua origem real no passado e na repetição dos conflitos, comportamentos    e acontecimentos da história familiar.

Como funciona?

      Entrar no mundo das constelações familiares é como viajar  numa aventura utilizando a alma  como veículo, que te levará a lugares remotos do seu inconsciente conectando-o aos ancestrais que se encontram definitivamente unidos. Graças a esta lealdade invisível que temos com nosso sistema.

Sistema familiar:

      Como ser humano nos encontramos imersos em várias estruturas, começando pelo nosso próprio corpo. Cada país, organização ou tribo formam um sistema integrado por partes que estão ligadas entre si, de forma que cada um cumpra sua função, mas de todos os sistema  que participa,  o que mais te influencia, sem dúvida alguma, é a família.

      Esta, como qualquer outra organização, tem suas próprias regras para poder funcionar corretamente e que, se não forem respeitadas, se transformarão, imprescindivelmente, em um assunto complexo e doloroso que necessitará  ser olhado e ordenado .

      Cada tragédia familiar descansa sobre uma transgressão as leis que regem o sistema . Bert Hellinger.

 

Ordem do amor:

Todos os sistemas humanos se regem por três leis básicas chamadas de leis dos amor.

     Sendo a primeira a ordem do pertencer: todos os membros de uma família tem o direito a pertencer ao sistema, se alguem é excluído, rejeitado ou esquecido, outro membro toma o seu lugar repetindo o seu destino.

     Segunda ordem é da Hierarquia

     Os que chegaram antes tem precedência sobre os que chegaram depois. O casal chegou antes dos filhos, sem ordem não harmonia.

    Terceira ordem o equilíbrio entre o dar e o receber:

    Dando aos nossos filhos e a comunidade um pouco do que nos deram aqueles que nos deram a vida.

    Enquanto aos casais, só com a igualdade e o equilíbrio entre o dar e o receber podem garantir uma relação saudável.

     O único relacionamento possível  é a colaboração de duas consciências livres. Alejandro Jordrowsky

     Em tese a alma familiar tem como único objetivo manter o sistema completo. Preservar sua integridade e assegurar a inclusão de todos os membros. São as constelações familiares o caminho idôneo para alcançar o movimento a uma consciência tão grande que inclua, integra e reconcilia os diferentes membros da família, para que isso seja possível é necessário voltar atrás, ver e fixar as explicações, fazer uso do seu espirito explorador e aventureiro tendo coragem de olhar sua história com respeito, aceitação e gratidão incondicional, para assim poder alcançar a ordem e o equilíbrio neste sagrado sistema que lhe deu, para assim alcançar a ordem e o equilíbrio neste sagrado sistema que recebeu, é maravilhoso, único e perfeito direito a vida.

      Aquele que não conhece a sua própria história tende a repeti-la.

Edmundo Burk.    

O discípulo perguntou ao mestre: qual é o verdadeiro caminho? O mestre respondeu: o verdadeiro caminho é o caminho ordinário. O discípulo perguntou: é possível aprender esse caminho? O mestre retrocou: quanto mais aprender, tanto mais se afastará do caminho. O discípulo perguntou: se não posso aproximar dele aprendendo, como posso reconhecê-lo? O mestre respondeu: o caminho não é visível e não é invisível. Não é reconhecível e não é irreconhecível. Não o busque, não aprenda, não o nomeie! Seja amplo e aberto como o céu, e você estará no caminho.

Emaranhamentos sistemicos:Emaranhamento Uma das descobertas mais importantes da Constelação Familiar é o fato de que todos nós nos encontramos ligados aos destinos de nossas famílias das mais diversas maneiras. Existe na família uma consciência comum e inconsciente, um profundo movimento na alma, que não permite que alguém seja excluído, rejeitado ou esquecido. Quando acontece algo dessa espécie, mais tarde a pressão dessa consciência coletiva escolhe alguém para representar o excluído. A pessoa em questão se sente igual àquele que foi excluído. Ao invés da pessoa poder viver a própria vida, terá que viver a vida de uma pessoa excluída, encontra-se emaranhada com um destino estranho. Muitas dificuldades em uma família como, por exemplo, as que ocorrem entre pais e filhos, quando uma criança se comporta de modo estranho ou aquelas entre marido e mulher, quando de repente um percebe que o outro está tomando um rumo incompreensível, sobre o qual não tem controle, devem-se a esse tipo de emaranhamento. Sendo assim, o amor é exigido a partir de uma nova forma. Esse tipo de emaranhamento pode vir à luz através da constelação. A solução é a mesma que antes: o que esteve excluído é incluído, recebendo um lugar na alma de cada um e na família. Somente assim aqueles que antes se encontravam emaranhados estarão livres. É uma grande conquista da constelação familiar que as dificuldades para as quais não tivemos qualquer compreensão, até então, de repente passem a fazer sentido e que, quando assumirmos tal fato, encontremos uma boa solução para nós e para os outros. Bert Hellinger

BERT HELLINGER - SOBRE RESPEITO "Respeitar significa, antes de tudo, reconhecer. Respeitar uma pessoa é reconhecer que ela existe, que é como é, e que é certa da maneira como é. Isso pressupõe que eu me respeite da mesma forma - que eu reconheça que existo, que sou como sou e que, tal como sou, também sou certo. Quando respeito a mim e ao outro dessa maneira, re‐ nuncio a construir uma imagem de como deveríamos ser. Sem essa imagem não existe juízo sobre o que seria melhor. Nenhuma imagem construída se interpõe entre mim e a realidade, tal como ela se mostra. Isso possibilita um segundo elemento, que também pertence ao respeito: eu amo o real, tal como ele se mostra. Isto significa, antes de tudo, que me amo tal como sou, amo o outro tal como ele é, e amo a maneira de sermos diferentes. O respeito inclui ainda um terceiro elemento, talvez o mais belo: eu me alegro com o real, tal como se manifesta. Alegro-me comigo tal como sou; alegro-me com o outro, tal como ele é, e alegro-me com o fato de que sou diferente dele e ele é também de mim. Esse respeito mantém distância. Ele não invade o outro e não permite que o outro me invada, me imponha alguma coisa ou disponha de mim de acordo com sua imagem. Ele torna possível que nos respeitemos sem nada querer um do outro. Quando precisamos ou queremos algo, um do outro, devemos ainda questionar um quarto ponto: nós nos promovemos mutuamente ou inibimos o desenvolvimento nosso ou do outro? Se, da forma como somos, impedimos nosso desenvolvimento ou o do outro, o respeito nos separa, ao invés de nos aproximar. Nesse caso, devemos cuidar para que cada um siga o seu próprio caminho e se afaste. Com isso, o amor e o contentamento por mim e pelo outro se aprofundam, em vez de diminuir. Por quê? - Porque o amor e a alegria são tranquilos, como o respeito." Bert Helinger

O que escondemos e queremos destruir nos leva a nós mesmos. AMPUTAR não funciona. EXTIRPAR não é possível. É possível apenas olhar, reconhecer e administrar da melhor maneira. Sendo assim nos integra e beneficia, enriquece e enobrece, e não só a nós, mas também aos demais e a vida. A melhor maneira se firma na consciência do ser e embeleza a vida. É INCLUSIVA. Rilke disse : "TEMO QUE SE TIRAREM DE MIM MEUS DEMÔNIOS, MEUS ANJOS POSSAM MORRER". Nietzsche nos brindou com a bela imagem da árvore que se levanta mais alta e vigorosa até o céu quanto mais profundas as raízes na escura, porém fértil terra. O que vive na escuridão de nosso interior é o fertilizante de nossa criatividade, o invisível impulsor de nossos caminhos, a motivação de nossos valores e conquistas. São as nossas feridas que guiam, frequentemente, aquele essencial que se converte em nossa missão para a vida. Talvez não se trate de expulsar os demônios, mas de convocá -los ao serviço da vida. Chegar, talvez, a cavalgar com eles como se fossem cavalos adestrados Joan Garriga

Quais as crenças que você possui sobre o dinheiro? Acredita que possam existir dinâmicas para sua falta ou abundância? Teria o dinheiro relação com à nossa Ancestralidade? Muitas são as perguntas sobre como fazer o dinheiro fluir na vida. Uma das coisas que aprendi ao longo des‐ ses anos é que existe uma dinâmica para o dinheiro, afinal este é também uma energia. O dinheiro gosta de servir à vida, foi uma das máximas que aprendi com Bert Hellinger e digo na prática. Há um ano sua mulher Sophie Hellinger me constelou exatamente sobre esse tema e deu uma explicação simples, que faz todo o sentido. Quando respeitamos as três leis básicas da constelação, pertencimento, hierarquia e equilíbrio o dinheiro começa a fluir de forma natural. É claro ele demanda cuidado, atenção, organização e zelo. A medida que não apenas entendemos com a mente racional, mas vivenciamos essas leis a energia flui.

A bênção A bênção,segundo Bert Hellinger, vem de cima para baixo, isto é, dos pais em direção aos seus filhos, dos mais velhos aos mais jovens ou de alguém que está sintonizado com "algo maior" e mais alto que nós. Bert Hellinger diz que, quando os pais abençoam seus filhos, eles se conectam profundamente com o fluxo da vida e o transmitem. A bênção é algo sagrado, que é antigo e transmitido de gerações em gerações. Por isso, a bênção só pode ser transmitida com esse sentido profundo e sagrada com a vida através daqueles que também foram abençoados. A Bênção protege a vida e a confirma, acrescenta-lhe valor e significado. Dá-lhe sentido. É a plenitude da vida que é transmitida entre pessoas, pais e filhos, conjuges, amigos e irmãos. Bert Hellinger diz que os pais que abençoam seus filhos os protegem e os entregam a si mesmos, com isso, permitem a transmissão de "algo" sagrado, no qual, em um nível imaterial, invisível e profundo permitem que se mantenham conectados, permaneçam ligados por laços invisíveis que proporcionam o sentido de vida permante no coração de seus filhos e os ajudam a superar sua ausência quer seja por distância ou até mesmo pela morte. Eles ficam unidos e ligados por laços de amor e do sagrado que os enchem de vida e aceitação. Toda a bênção é um gesto de amor profundo e está conectado com algo maior. Por isso, abençoes seus filhos, netos e todos aqueles que, de algum modo, estão sob seus cuidados. Constelação familiar sistêmica.

ORAÇÃO aos ANTEPASSADOS Por Bert Hellinger "Gratidão queridos pais, avós e demais ancestrais por terem tecido o meu caminho, imensa gratidão pela imensidão dos seus sonhos que, de alguma forma, são hoje a minha realidade. A partir deste ponto e com muito amor, dou luz à tristeza que houve nas gerações passadas, dou luz à raiva, às partidas prematuras, aos nomes não ditos, aos destinos trágicos. Dou luz à flecha que cortou caminhos e tornou a calçada mais fácil para nós. Dou luz à alegria, às histórias repetidas várias vezes. Dou luz ao não dito e aos segredos de família. Dou luz às histórias de violência e ruptura entre casais, pais e filhos e entre irmãos e que seja o tempo e o amor que volte a unir. Dou luz a todas as memórias de limitação e pobreza, a todas as crenças desestruturantes e negativas que permeiem o meu sistema familiar. Aqui e agora semeio uma nova esperança, alegria, união, prosperidade, entrega, equilíbrio, ousadia, fé, força, superação, amor, amor e amor. Que todas as gerações passadas e futuras sejam agora, neste instante cobertas com um arco-íris de luzes que curem e restaurem o corpo, a alma e todos os relacionamentos. Que a força e a bênção de cada geração alcance sempre e inunde a geração seguinte. Assim seja. Assim, é".

A Vida Nos Trata Como Tratamos Nossa Mãe . Segundo Bert Hellinger, psicoterapeuta criador das Constelações Familiares, e formulador das Leis Sistêmicas do Amor e da Vida, “O sucesso tem a face da mãe”. Quem não conquista o sucesso na vida, entendendo-se sucesso como ter relacionamentos afetivos amorosos e enriquecedores para ambos, uma relação saudável com o dinheiro, conquistar seus objetivos, realizar-se e ser feliz na vida, sentir-se seguro, é porque “não tomou sua mãe”. Tomar a mãe significa aceitá-la plenamente, sem julgamentos, amorosamente no coração, independentemente de como tenha sido sua criação, educação e relação com ela, se sentiu-se ou não amado o suficiente ou da maneira que imagina “adequada” , se foi castigado injustamente, preterido ou mesmo abandonado. Conheço muitas pessoas, amigos, alunos, pacientes, que ouvindo essas palavras, com expressão angustiada, de raiva ou sofrimento, afirmam ser uma tarefa impossível! Não conseguem, e muitos afirmam sinceramente que não querem, se abrir para esta aceitação. Carregam mágoas profundas, cicatrizes mal formadas que encobrem superficialmente feridas crônicas e incuráveis da alma. Porém não há como dizer sim à Vida, sem a aceitação, e antes de dizer SIM a ela, nossa mãe. A Vida nos foi entregue através da mãe, nascemos de suas entranhas, de sua carne. Nosso corpo foi forjado em seu ventre, através do alimento ingerido por ela e que tomamos para nós. Esses nutrientes nos permitiram evoluir a partir do momento da concepção, quando duas células, mãe e pai, se tornaram somente uma, EU, através de um ato de amor da Vida, para trilhões de células no momento do nascimento. O oxigênio que nos manteve vivos, foi inspirado através de seus pulmões. O ritmo pulsante e tranquilizador que nos embalou durante os nove meses que em seu ventre fomos carregados, vinha das batidas de seu coração. As emoções que sentíamos e nos envolviam, tanto as ruins que refletiam medos, incertezas e angústias, como as boas que carregavam os sonhos, esperanças, desejos e ideais, vieram de sua alma, e do campo familiar do qual ela fazia parte, e já nos envolvia, campo sistêmico que reverbera as experiências de milhares de pessoas que vieram antes de nós, as quais nos constituem incondicionalmente. Revoltar-se, ter restrições, julgar ou criticar a mãe (ou também o pai, o que traz outras implicações) significa que nos julgamos maiores que ela, o que vai contra a lei da Hierarquia, significa também excluí-la o que vai contra a lei do Pertencimento e resulta em não realizar uma troca amorosa pois recebemos a Vida também através dela o que vai contra a lei do Equilíbrio de Troca. Em resumo, com a escolha e atitude de não aceitar nem tomar plenamente a mãe, deixamos de vivenciar as três Ordens do Amor, as principais e fundamentais Leis dos relacionamentos e da Vida. O resultado é a criação e / ou a continuidade do fenômeno transgeracional de emaranhamentos familiares, e o consequente fracasso em conquistar um destino de Sucesso, e uma Vida plena e feliz. A partir da ampliação da consciência sobre esses temas, da aceitação de tudo e de todos como são, dizemos SIM à Vida, podemos transformar essa realidade, cumprir nossa missão pessoal, e enfim viver um destino saudável, com efeitos curativos em todo nosso sistema. Viva a Vida! Fontes: Obras de Bert Hellinger; conteúdo do curso de formação “Consciência Sistêmica” , reflexões do autor Por Roberto Debski

ORAÇÃO A TODO O SISTEMA FAMILIAR GRATIDÃO Queridos Pais, Avós e demais Ancestrais, por terem tecido o meu Caminho ! Imensa GRATIDÃO pela imensidão dos seus Sonhos que, de alguma forma, são hoje a minha Realidade ! A partir deste Ponto, e com muito AMOR: Dou LUZ à tristeza que houve nas gerações passadas. Dou LUZ à raiva, às partidas prematuras, aos Nomes não ditos, aos Destinos trágicos. Dou LUZ à Flecha que cortou Caminhos e tornou a calçada mais fácil para nós. Dou LUZ à Alegria, às Histórias repetidas várias vezes. Dou LUZ ao não dito e aos Segredos de Família. Dou LUZ às Histórias de violência e ruptura entre Casais, Pais e Filhos, e entre Irmãos... E que seja o TEMPO e o AMOR que volte a UNIR a TODOS. Dou LUZ a todas as Memórias de limitação e pobreza, a todas as Crenças desestruturantes e negativas que permeiem o meu SISTEMA FAMILIAR. Aqui e Agora, semeio uma Nova Esperança, Alegria, União, Prosperidade, Entrega, Equilíbrio, Ousadia, Fé, Força, Superação... Amor, Amor e AMOR !!! Que todas as Gerações Passadas e Futuras sejam agora, neste instante, cobertas com um Arco-Íris de LUZES que curem e restaurem o Corpo, a Alma, e todos os RELACIONAMENTOS. Que a Força e a Bênção de cada Geração alcance sempre e inunde a Geração seguinte. Que assim sej

Como podemos olhar as doenças a partir das Constelações Familiares de Bert Hellinger? As doenças de nosso corpo e mente são a manifestação que busca nos dizer que algo está em desordem. Uma grande parte dos problemas sistêmicos advém da exclusão. Seja qual for o motivo que nos leve a excluir alguém de nossa rede familiar, para o sistema, a exclusão é uma falta grave no direito de pertencimento de todos. E para lembrar os membros deste sistema dessa exclusão inapropriada, podemos sintomatizar em nossos corpo doenças que nos ligam àqueles que foram excluídos. Nosso corpo é uma “engenharia” de grande sabedoria e complexidade. Ainda que por vezes a medicina olhe para cada parte em separado, é interessante perceber o benefício que existe ao ver nosso organismo como algo sistêmico, onde as partes influenciam o todo. Jean Yves Leloup, filósofo e fundador do Colégio Internacional de Terapeutas diz que “o corpo não mente. Mais que isso, ele conta muitas histórias e em cada uma delas há um sentido a descobrir, como o significado das doenças ou do prazer que anima algumas de suas partes. O corpo é a nossa memória mais arcaica. Nele nada é esquecido. Cada acontecimento vivido, particularmente na 1ª infância e também na vida adulta, deixa no corpo a sua marca profunda. Como faziam os Terapeutas do Deserto, que cuidavam do corpo, do psiquismo e também do espirito, trata-se, pois, de escutar cada uma das partes de nosso corpo, do ponto de vista físico, psicológico e espiritual.” Como a terapia das Constelação Familiar pode ajudar no tratamento de doenças? As constelações familiares têm um enfoque sistêmico para as doenças. Dentro de uma rede familiar, considerando todos os acontecimentos que ocorreram até a geração atual, pode ser que a doença apareça nas gerações posteriores através da identificação, lealdade, repetição de uma situação, exclusão ou dificuldade passada. Um exemplo disso foi dado pela Dra. Ursula Franke-Bryson, no artigo “Comendo para os ancestrais.” Neste texto, ele transcreve a constelação de um homem, europeu, que havia encontrado respostas e ferramentas para lidar com grande parte de seus desafios pessoais. Na busca de um vida mais equilibrada e saudável, faltava resolver um grande problema, seu excesso de peso corporal. A terapeuta investigou que umas das primeiras reações que o cliente sentia era de nervosismo ao menor sinal de fome. Uma fome que não chegava a incomodar, pois era suprida de comida ao seu primeiro sinal. Úrsula conduz o cliente através da constelação e descobre, após algumas perguntas e exercícios corporais, que ele está identificado com seu avô, que foi um soldado e morreu de fome em um campo para prisioneiros de guerra. Ao comer, o neto trazia à tona, de forma inconsciente, a existência, o pertencimento e a dor do avô pela privação de comida. Ao reconhecer a dinâmica oculta da sua compulsão por comida, ele pode se fortalecer para honrar seu familiar de forma menos destrutiva. Essa é o local valioso onde a Constelação Sistêmica pode nos ajudar a perceber dinâmicas ocultas e que nos levam a tomar decisões baseadas em lealdades que não trarão nenhum resultado senão a repetição do sofrimento. Nossa lealdade e nosso amor nesse caso, são cegos. Através da constelação, vemos realmente esses destinos sofridos e os honramos, como adultos que reconhecem seus lugares e seus reais papéis dentro da rede familiar. É fundamental frisar que as constelações jamais trabalham de forma exclusiva em relação à Medicina, aliás, é exatamente o contrário – a proposta é, através das constelações, oferecer mais uma possibilidade para o cliente olhar para sua doença e mais uma ampliação de olhar para os médicos e terapeutas. Uma terapia de intervenção preventiva A principal ideia no campo da saúde em Constelações Sistêmicas é que forças inconscientes negativas passam de uma geração à outra. Se não desvincular‐ mos nosso amor infantil, olhando e honrando nosso sistema e suas dores como adultos, podemos estar fadados a repetir o acontecimento, num ciclo de dor que não cessa. Mas, ao decidirmos olhar para a questão, horando e respeitando o destino dos nossos antepassados, o que se observa é o enfraquecimento ou até a diluição total da dinâmica nas gerações posteriores. É sabendo nossa história e lembrando do que ocorreu com matu‐ ridade e respeito, que vamos saindo dos emaranhados que poderiam estar atuando em nossa rede familiar. Em que situações as Constelações podem ajudar? Maria Izabel Rodrigues, psicóloga psicoterapeuta e consultora organizacional escreveu em seu artigo “As Constelações Sistêmicas na prevenção de doenças” algumas situações onde o método de Bert Hellinger pode ser de grande ajuda: A pessoa que se sente “carregada” por forças, que, de alguma maneira, não reconhece como sendo só suas, que já trabalhou muito, porém sem resultados em terapias convencionais. Essas forças podem ser traduzidas com sentimentos e pensamentos negativos recorrentes como: culpa, medo ou vontade de morrer, depressão, pânico, raiva intensa sem motivo aparente, isolamento, etc. Terapeutas que enxergam em seus pacientes indícios de que eles “carregam” destinos de outros e que, por mais que já tenham trabalhado terapeuticamente, estes padrões não perduram. Neste casos, o próprio terapeuta pode encaminhá-lo para uma constelação e até mesmo acompanhá-lo, pois as informações que emergem de um processo como esse são valiosas para a paciente e terapeuta continuarem o trabalho de terapia. Pacientes acometidos pela doença podem passar por um processo de constelação com o objetivo de transformar os padrões negativos que sabe que herdou do seu sistema familiar e que dão indícios de terem contribuído para o aparecimento de sua doença. Ao “libertar-se” desses padrões, o paciente pode, utilizando seus próprios recursos de auto-cura, tirar melhor proveito dos tratamentos e terapias a que esteja se submetendo. Poucos são os pacientes que conseguem perceber uma relação entre sua doença e sua família, ou reconhecer a influência que eles próprios exercem sobre sua doença. As Constelações são um caminho para que a pessoa doente consiga perceber onde ela ficou emaranhada. Última modificação: 17 de ago de 2

Mãe é quem fica. Depois que todos vão. Depois que a luz apaga. Depois que todos dormem. Mãe fica. às vezes não fica em presença física. Mas mãe sempre fica. Uma vez que você tenha um filho, nunca mais seu coração estará inteiramente onde você estiver. Uma parte sempre fica. Fica neles. Se eles comeram. Se dormiram na hora certa. Se brincaram como deveriam. Se a professora da escola é gentil. Se o amiguinho parou de bater. Se o pai lembrou de dar o remédio. Mãe fica. Fica entalada no escorregador do espaço kids, pra brincar com a cria. Fica espremida no canto da cama de madrugada pra se certificar que a tosse melhorou. Fica com o resto da comida do filho, pra não perder mais tempo cozinhando. É quando a gente fica que nasce a mãe. Na presença inteira. No olhar atento. Nos braços que embalam. No colo que acolhe. Mãe é quem fica. Quando o chão some sob os pés. Quando todo mundo vai embora. Quando as certezas se desfazem. Mãe fica. Mãe é a teimosia do amor, que insiste em permanecer e ocupar todos os cantos. É caminho de cura. Nada jamais será mais transformador do que amar um filho. E nada jamais será mais fortalecedor que ser amado por uma mãe. É porque a mãe fica, que o filho vai. E no filho que vai, sempre fica um pouco da mãe : em um jeito peculiar de dobrar as roupas. Na mania de empilhar a louça só do lado esquerdo da pia. No hábito de sempre avisar que está entrando no banho. Na compaixão pelos outros. No olhar sensível. Na força pra lutar. No coração do filho, mãe fica. Texto escrito por Bruna Estrela

CONSTELAÇÃO FAMILIAR - Sobre a situação atual do Brasil: "O alemão Bert Hellinger, criador da Constelação Familiar, e sua esposa Sophie comentaram sobre a crise de nosso país durante o Seminário Internacional de Constelações Familiares em Brasília, em 2016. Para eles, a chave para sairmos disso como nação é olharmos para os fatos obscuros do nosso passado histórico e honrarmos aqueles que vieram antes. Por uma razão simples: tudo aquilo que a gente exclui de nossas vidas nos prende e tudo aquilo que a gente inclui e aceita nos liberta. O casal Hellinger disse que enquanto a população brasileira também excluir os povos de origem, nosso país continuará a ser ingovernável. Quem são aqueles que vieram primeiro, antes de o Brasil ser instituído como nação soberana? Os índios. E quem veio depois e ajudou a formar o país como conhecemos hoje? Os portugueses e africanos. Os índios nativos que não se curvaram foram mortos, os que sobreviveram foram “catequizados” e proibidos de seguir suas tradições. Seus descendentes hoje ainda lutam pelo direito de viver em suas próprias terras. Os africanos trazidos à força foram escravizados e seus descendentes ainda carregam a herança do racismo. Mulheres índias e negras foram estupradas e subjugadas pelos homens europeus que aqui chegavam e suas descendentes ainda carregam este trauma e direcionam sua raiva e desprezo aos homens de hoje. Os portugueses sempre foram alvo de chacota e piadas desrespeitosas e são apontados por muitos como a causa da corrupção sistêmica que se instalou atualmente no país. Como avançar como nação com toda essa exclusão? Dessa forma nós violamos dois dos princípios funda‐ mentais para o desenvolvimento de qualquer sistema: a ordem (hierarquia) e o direito de pertencimento. Respeitar a ordem dentro de qualquer sistema – uma família, uma empresa ou país – é reconhecer e honrar quem veio primeiro, as raízes. É preciso dar um lugar em nossos corações a todos esses povos, culturas e nações. Afinal, somos quem somos e estamos onde estamos graças àqueles que vieram antes de nós e a tudo o que viveram. Só existe árvore grande e frondosa com raízes fortes e profundas. Caso contrário, o destino é a queda. Existe uma forma de nos colocar em paz com o nosso passado histórico: olhando e aceitando tudo o que foi, da forma como foi, sem lentes cor de rosa e sem rejeição. Ao adotar essa postura, podemos enfim reconhecer e honrar nossas origens. E ao abrir mão do julgamento, algo mágico acontece. Podemos deixar o passado no passado. Não será mais preciso revivermos aquilo que foi difícil e teremos a força para irmos adiante, em direção ao novo, ao criativo." Enquanto não há honra e respeito a todas as culturas ancestrais, não haverá ordem e progresso (Bert H

SOBRE A CULPA: A culpa é uma energia destrutiva vinculada ao pas‐ sado e vivida pelo estado criança. Somente no estado criança a pessoa se vitimiza na culpa, se autoexclui, tem vergonha, se boicota, pensa não ser merecedora, se esconde nos e dos relacionamentos em geral. O adulto que vive no Presente não sente culpa. Ele pode olhar para a culpa infantil que amedronta o estado criança, reconhecer, acolher, aceitar, integrando tudo com Amor no seu coração. O adulto quando causa mal a alguém pode assumir o dano e repará-lo. Assim, a culpa se desfaz e se transforma em uma Força Consciente, uma Força Criativa. As frases que liberam a culpa são: "Eu sou como sou"! "Eu me permito ser quem eu sou". Este é um exercício eficaz, que acolhe a criança em nós com amor, transformando a culpa, nos trazendo a ao estado adulto pleno, presente no supremo momento! A plena Aceitação de ser como é, de sua história, honrando a seus ancestrais, com a Gratidão a tudo como foi, dá Força ao Presente transformando o que antes era culpa em Força . Brigitte Champetier de Ribes

*_Mantra da Gratidão_* *Obrigado à vida que me inspira, me renova e me dá chances de evoluir diariamente.* *Obrigado ao lugar onde estou aqui e agora, pois esse lugar precisa de mim e eu dele.* *Obrigado a todos os órgãos do meu corpo que funcionam em plena harmonia e perfeição.* *Obrigado a casa onde moro, que me serve de refúgio e descanso.* *Obrigado às oportunidades de trabalho, conquistas, sucesso e evolução que se abrem diante de mim diariamente.* *Obrigado a cada dívida paga, porque dessa forma honro meu nome, honro meus compromissos e meu dinheiro se multiplica.* *Obrigado a tudo aquilo que eu compro, adquiro pois é fruto do meu trabalho.* *Obrigado a todas as pessoas que cruzam meu caminho.* *Obrigado às pessoas que me fizeram mal, porque assim desenvolvi força e coragem para seguir sempre adiante.* *Obrigado às pessoas que me fizeram bem, porque assim me senti muito amado e abençoado.* *Obrigado a todas as oportunidades de sucesso financeiro e pessoal que recebo, identifico e aceito.* *Obrigado a mim mesmo que encontro a gratidão em todas as pessoas, coisas e fatos.* *Obrigado ao Universo inteiro, que conspira a favor de cada pensamento meu, por isso escolho com cuidado tudo aquilo que penso, falo ou desejo.* *Obrigado ao Deus maravilhoso que existe dentro de mim, sou parte de sua divindade e por isso espalho luz, amor e paz onde quer que eu esteja.

"A lamentação não é pedido de ajuda: é acusação. Aquele que lamenta não está, ainda, interessado na solução. Permanece sentindo-se vítima e esvaziando-se dos recursos para agir. Quem olha para a pessoa que lamenta com dó apoia a lamentação e se torna parceiro(a) na acusação. A solução sempre vem da conexão com as forças e recursos interiores e exteriores que promovem resiliência, aceitação e atitude transformadora. Conectar-se com a força que vem de seu sistema familiar é caminho eficaz e fundamental para abastecer-se do combustível que move a vida. Assim é possível adaptar-se, renovar-se, colocar limites ou posicionar-se diante do que se faz necessário para a paz interior e da relações." Andrei Moreira

Faça as pazes com o Masculino Um dos pontos mais difíceis, e profundos, do processo de cura do Feminino é fazer as pazes com o Masculino, fora e dentro de nós. Requer tempo, paciência, desapego, sabedoria e amor. Muitas vezes nossos problemas nos relacionamentos (com homens ou mulheres) são reflexos de traumas emocionais de nossa infância... Um pai ou mãe ausente, um abuso sexual, um sentimento de abandono ou carência... Enfim, tudo isso marca nossa psique, nossa mente, emoções e comportamentos. E nossa relação com o outro e com nós mesmas(os) é um reflexo disso. A partir desse conhecimento é que podemos iniciar o processo de cura e transformação, começando por dentro, por nosso interior, e se expandindo para fora, para nossas relações. É mais difícil fazer essa jornada sozinha(o), muitas vezes precisamos do auxílio de um(a) terapeuta, mestre(a) e/ou um caminho firme de autoconhecimento e espiritualidade que nos ajude a olhar para nossa alma e reconhecer seus aspectos de luz e sombra. Nossas relações são, além de outras coisas, verdadeiras oportunidades de crescimento e autoco‐ nhecimento. Se estamos em uma relação (de amor ou amizade) com aquela pessoa, sem dúvida é porque nossas almas se atraíram, e temos algo a ensinar para ela, assim como temos algo a aprender também, sobretudo sobre nós mesmas(os). Nossas sombras ou feridas se refletirão em algum momento naquela pessoa, e é aí que precisamos estar conscientes para curar o que precisamos curar dentro de nós. "Por que tal comportamento me irrita naquela pessoa? Por que sinto tanta insegurança? Por que tenho tanto medo de ser traída(o) ou abandonada(o)? Por que minto, ou fico com outras pessoas, ou busco motivos para brigar quando tudo está indo bem na relação? Por que estou com essa pessoa mesmo que ela me trate tão mal? O que busco nessa relação? E o que ofereço? Quem eu sou? Quem eu quero ser?....”. Essas são algumas reflexões que devemos fazer quando nos deparamos com um momento de "crise" ou de transformação em uma relação. Enquanto não buscarmos essas respostas ou a solu‐ ção para essas questões, os problemas retornarão... Como em ciclos, se repetindo às vezes por gerações ou vidas até que sejam quebrados ou finalmente curados. Algumas mulheres buscam nos homens ou em suas parcerias o "príncipe encantado" ou a "pessoa perfeita" , quando não, vêem todos como "sapos" ou "não confiáveis" , "todos iguais". Nada mais que refle‐ xos... Espelhos quebrados, de uma alma quebrada, que precisa urgentemente se recompor, se regenerar. Não existem pessoas perfeitas, príncipes nem princesas, tampouco apenas sapos ou dragões. Temos tod@s um pouco dos dois. A diferença é se temos consciência disso, e o que estamos fazendo para melhorar... O que estamos fazendo para curar a nós mesmos e as nossas relações? Não espere que alguém de fora, uma paixão, um amor ou que seja, preencha o vazio que habita em ti, ou que cure suas feridas mais profundas. Elas podem te ajudar, ser uma companhia na longa caminhada, mas só você pode preencher seu vazio... Apenas você pode curar suas feridas. Não podemos mudar ninguém, a não ser nós mesmas(os). Então, minha irmã (meu irmão), perdoe e se perdoe, liberta e se liberte, deixa ir embora tudo o que precisa ir, deixa o rio correr, a vida fluir... Se permita ser feliz, amar e ser amada(o). Ame-se! Descubra sua força interior. Você é forte, mais do que imagina. Como disse antes, esse processo requer tempo, paciência, sabedoria... É difícil, sim. Mas é necessário. Por fim, faça uma prece por todos os seus ancestrais masculinos, conhecidos e desconhecidos. Pai, tios, avôs, bisavôs... Abençoe-os, perdoe-os, reconheça o caminho que eles fizeram e que te trouxe até aqui. Eles erraram, eles também acertaram... Assim como todo mundo um dia. Somos todos aprendizes nessa vida e não nos cabe julgar ou maldizer ninguém. Cabe à nós seguir nosso caminho, expressando nossa essência, semeando amor o máximo possível, honrando nossas lágrimas de alegria e tristeza, honrando o Sagrado feminino e masculino (dentro e fora de nós), curando a nós mesmas e todas as nossas relações... Esse é o caminho. Texto de Mayra Farofinha

"Todas as crianças são boas. Nenhuma criança é difícil. O sistema dela é que é difícil: algo em sua família encontra-se fora de ordem". Bert Hellinger é categórico: “todas as crianças são boas. Para ele, nenhuma criança é difícil, mesmo as que são “diagnosticadas” como hiperativas, depressi‐ vas ou aquelas com personalidades questionadoras e desafiadoras. Uma verdade dolorida para nós pais. Este filósofo e terapeuta alemão vai mais além: ele diz que estas são as crianças que mais amam a sua família, pois elas aceitam com todo o amor (mesmo que lhe custe o próprio futuro ou a própria vida) a “tarefa” de manifestar um sintoma que precisa ser tratado no seu sistema, no seio de sua família. Para o criador deste novo método de terapia, chamado de Constelações Familiares, o que é difícil não é a criança e sim o sistema dela. Bert traz um novo olhar sobre as dificuldades e destinos difíceis nas famílias. Marianne Franke, pedagoga e professora alemã que se apaixonou pelas Constelações e levou-as para dentro das salas de aula (experiências relatadas no livro “Você é um de nós” , da Editora Atman) também demonstra as mesmas conclusões de Hellinger: “As crianças são naturalmente boas, elas são o nosso milagre. O que elas fazem é que elas amam a família a ponto de adoecer e até morrer por ela.” Então elas não são “difïceis’? Não! Algo na família destas crianças está em desor‐ dem. É muito doloroso para os pais ou cuidadores olhar para esta realidade: algo não está bem, algo precisa ser visto. Muitos não conseguem olhar. A desordem principal de uma família, diz Hellinger, é que alguém foi excluído ou esquecido. O que esta criança faz? Olha para aqueles que foram excluídos. à medida que os excluídos retornam ao campo de visão, esta criança se sente desobrigada e pode olhar novamente para si mesma, para seus talentos, para seus sonhos e para seu futuro. E o que é esta exclusão? Pode ser alguém do sistema familiar que não é aceito por ser diferente, por ter tido um destino difícil, por ter cometido algum erro considerado inaceitável na família. Pode ser alguém até de gerações anteriores, alguém de quem nem se aceita falar, alguém que está relacionado até na forma de um segredo. As constelações mostram que nada pode ser excluído, porque tudo e todos fazem parte, do jeito que foi e aconteceu. Não se pode mudar a história de nossa família, mas podemos e devemos honrar cada um que veio antes de nós e que contribuiu para que esta família continu‐ asse, do jeito que foi possível. Quando todos recebem o seu lugar, todos podem respirar aliviados e a vida se torna mais leve. Inclusive para estas crianças. As crianças mais difíceis são aquelas com o maior amor. Muitas vezes, porém, não sabemos para onde elas estão olhando. Se você acha que esta “criança difícil” possa estar morando na sua casa, venha olhar para esta dinâmica com os olhos das Constelações Familiares. É possível que novas informações possam vir à luz sobre o que pode estar tomando a vida e a atenção desta criança. Você poderá se surpreender! Hellinger afirma que, quando vemos O QUE É, DO JEITO QUE É, sem nossas fantasias e medos e con‐ seguimos incluir tudo, uma nova oportunidade está nascendo e toda a família poderá crescer com isso. . Ana Garlet, Advogada, Consteladora Sistêmica e Coach Última modificação: 6 de abr de 20

Casa de mãe depois que os filhos se vão Casa de mãe depois que os filhos se vão é um oratório. Amanhece e anoitece prece. Já não temos acesso àquelas coisinhas básicas do dia a dia, as recomendações e perguntas que tanto a eles desagradavam e enfureciam: com quem vai, onde é, a que horas começa, a que horas termina, a que horas você chega, vem cá menina, pega a blusa de frio, cadê os documentos, filho. Impossibilitados os avisos e recomendações, só nos resta a oração, daí tropeçamos todos os dias em nossos santos e santas de preferência, e nossa devoção levanta as mãos já no café da manhã e se deita conosco. Casa de mãe depois que os filhos se vão é lugar de silêncio, falta nela a conversa, a risada, a implicância, a displicência, a desorganização. Falta panela suja, copos nos quartos, luzes acesas sem necessidade...aliás, casa de mãe depois que os filhos se vão vive acesa. É um iluminado protesto a tanta ausência. Casa de mãe depois que os filhos se vão tem sempre o mesmo cheiro. Falta-lhe o perfume que eles passam e deixam antes da balada, falta cheiro de shampoo derramado no banheiro, falta a embriaguez de alho fritando para refogar arroz, falta aroma da cebola que a gente pica escondido porque um deles não gosta ( mas como fazer aquele prato sem colocá-la?), falta a cara boa raspando o prato, o "isso tá bão, mãe". O melhor agradecimento é um prato vazio, quando os filhos ainda estão. Agora falta cozinha cheia de desejos atendidos. Casa de mãe depois que os filhos se vão é um recorte no tempo, é um rasgo na alma. É quarto demais, e gente de menos. É retrato de um tempo em que a gente vivia distraída da alegria abundante deles. Um tempo de maturar frutos, para dá-los a colher ao mundo. Até que esse dia chega, e lá se vai seu fruto ganhar estrada, descobrir seus rumos, navegar por conta própria com as mãos no leme que você , um dia, lhe mostrou como manejar. Aí fica a casa, e nela, as coisas que eles não levam de jeito nenhum para a nova vida, mas também não as dispensam: o caminhão da infância, a boneca na porta do quarto, os livros, discos, papéis e desenhos e fotografias - todas te olhando em estranha provocação. Casa de mãe depois que os filhos se vão não é mais casa de mãe. É a casa da mãe. Para onde eles voltam num feriado, em um final de semana, num pedaço de férias. Casa de mãe depois que os filhos se vão é um grande portão esperando ser aberto. É corredor solitário aguardando que eles o atravessem rumo aos quartos. É área de serviço sem serviço. Casa de mãe depois que os filhos se vão tem sempre alguém rezando, um cachorrinho esperando, e muitos dias, todos enfileirados, obedientes e esperançosos da certeza de qualquer dia eles chegam e você vai agradecer por todas as suas preces terem sido atendidas. Porque, vamos combinar, não é que você fez direitinho seu trabalho, e estava certo quem disse que quem sai aos seus não degenera e aqueles frutos não caíram longe do pé? E saudade, afinal, não é mesmo uma casa que se chama mãe? Miryan Lucy Rezende

E então o filho nasce, recebe todo o acolhimento e nutrição da mãe enquanto o pai provê o sustento. Mais crescido, é hora do filho passar para o mundo do pai. Esta passagem somente é realizada quando a mãe apresenta o pai ao filho e permite que ele o conduza. O pai é quem leva o filho para o mundo. O pai expande os limites da segurança impostos pela mãe, dá aos filhos a coragem para seguir e explorar em segurança, sob a sua autoridade e objetividade. Pelas mãos do pai, os filhos vivem as maiores aventuras. O olhar do pai vai para a amplitude. O pai mostra aos filhos as oportunidades. Aos cuidados do pai, o filho tem maior liberdade para manejar o entorno desenvolvendo criatividade, descobrir-se capaz e experimentar sua própria potência, até mesmo a potência agressiva. O pai representa o mundo exterior. Muitas vezes não foi possível para um pai estar presente e quando ocorre uma separação precoce, uma interrupção no movimento em direção ao pai, o fluxo de tudo o que ele passaria para o filho, por vezes cessa pois o filho se fecha em um movimento de proteção. O mundo exterior representado pelo pai, passa a parecer intangível para o filho. O filho que rejeita o pai, impede que flua em sua vida a prosperidade, a criatividade, a coragem de avançar na vida com objetividade e por vezes não encontra forças para se posicionar e para arriscar. O filho que nega o pai, fica aprisionado no vazio e dificilmente pode sustentar e expandir o sucesso quando alcançado. Em um relacionamento de casal, sente dificuldades pois não aceita o masculino em si e frequentemente sente-se criança à homem, procurando em sua companheira uma mãe e não uma mulher. Como o pai representa também a autoridade e a segurança, não é raro que os filhos que sintam um forte vazio e rejeição para com o pai, apresentem dificuldades em relação a limites que transparecem em comportamentos relacionados a quebra de regras e ao vício: limite de velocidade, alcoolismo, drogas, por exemplo. Bert Hellinger enfatiza a importância de recuperar o movimento interrompido em direção ao pai para restabelecer o fluxo do amor e por consequência, das dádivas que o filho recebe do pai quando passa a aceitá-lo sem reservas e o toma exatamente do jeito que é e que pôde ser. Este movimento pode ser retomado quer o pai esteja vivo ou não, pois é retomado, vivenciado e sentido internamente, no coração. Um filho que reverencia e honra o pai, sente-se pronto para tomar seu lugar no mundo e o encontra. Sente-se homem em seu relacionamento conjugal e vê sua companheira como mulher, avança na vida com coragem, força e objetividade, prospera e sustenta seu sucesso e sua realização. (Desconheço o autor) Última modificação: 2 de jul de 2018

Graças ao Amanhecer da vida - texto de Bert Helinger, do livro A Simetria Oculta do Amor Querido papai/querido pai Tomo (Aceito) tudo o que vem de ti, Tudo, com todas as consequências. Pelo preço que te custa E que me custa. Disso farei algo positivo em tua memória, Com gratidão e respeito. O que fizestes não pode ter sido em vão. Está comigo, em meu coração, E, se me for permitido, passá-lo-ei adiante, Como fizestes Te tomo (te aceito) como meu pai, E tu podes me ter como teu filho/tua filha. És o pai certo para mim e eu sou teu verdadeiro filho/tua verdadeira filha. És grande, eu sou pequeno(a). Tu dás e eu tomo (recebo), querido papai. Estou feliz por teres escolhido Mamãe por esposa. Sois ambos os pais que me convêm. Sou de vocês.

PUNINDO OS PAIS COM O FRACASSO “Um dos modos de punir os pais é manter-se sem êxito, é fracassar. Nada preocupa mais os pais que um filho fracassado, doente e infeliz. Portanto, os efeitos da reconciliação com o pai e a mãe é a saúde, felicidade e prosperidade. Reconciliar com eles não é considerar certas ou erradas suas ideias, reconciliar com eles é honrá-los. Isso é uma experiência do coração, uma experiência sensorial, uma experiência quase que de conversão. Não os honramos por suas atitudes, nem porque se tornaram pais melhores, honramos porque eles nos entregaram a vida, e somente a honra é capaz de demonstrar gratidão para com aqueles que nos entregaram algo tão especial, essencial: a vida. Eles nos entregaram a vida, portanto, não disputamos com eles, não os confrontamos e nem os tratamos como iguais a nós, nós os honramos. Permanecemos humildes perante nossos pais, porque com todas as adversidades, eles nos entregaram a vida e não há nada maior do que isso. Quem honra os pais toma a benção essencial e depois toma todas as outras bênçãos. Não existe sucesso APESAR DE TUDO, só existe sucesso A PARTIR DOS PAIS." Olinda Guedes

Equilíbrio Entre o Dar e o Receber Lúcio adorava a mulher. Não havia o que ela não desejasse que ele não fizesse. Amor, atenção, carinho, carro novo, viagens, tudo a tempo e à hora. Ele praticamente lhe adivinhava os pensamentos e a surpreendia constantemente. Surpreendia tanto que ficou previsível e Ana, a esposa, começou a entristecer-se e afastar-se. Lúcio notou e, ansioso, pensava o que mais poderia fazer para que ela se sentisse feliz. E, nessa busca, se perdeu. Foi quando Ana, triste e distante, propôs uma DR (pra quem não sabe, Discutir a Relação). Lúcio tremeu, pressentindo a tempestade que se aproximava. E ela veio, violenta: Ana queria a separação. O marido não entendeu, pois vivia para a mulher. – O problema é exatamente esse! Você me sufoca! Não me dá espaço! Não me deixa nem sentir sua falta. Você, Lúcio, você me dá demais. E eu não posso corresponder a esse excesso. Na hora, Lúcio não compreendeu o soco no estômago. A bem da verdade, passaram-se alguns meses até que a ficha começasse a cair. Os amigos e a família também ficaram atônitos. Aliás, execraram Ana pois, afinal de contas, Lúcio era o marido perfeito que ela, sem cerimônia, havia jogado no lixo. Uma bruxa ingrata, eram os adjetivos mais suaves dirigidos à Ana. A frase passou muito tempo ressoando nos ouvidos do ex-marido: nos pesadelos, ao acordar pela manhã, no meio de uma reunião de trabalho: Você me dá demais e eu não posso corresponder a esse excesso… você me dá demais…” O que Lúcio desconhecia é o equilíbrio entre o Dar e o Receber, uma das Ordens do Amor postuladas pelo genial criador das Constelações Sistêmicas, Bert Hel‐ linger (as outras duas ordens são o Pertencimento e a Hierarquia). Assim, quando um dá demais e se recusa a receber, acreditando que somente amar é suficiente, com o tempo passará a ressentir-se e a relação ficará desgastada. Quando isso acontece, é possível que o que recebeu demais possa agir de três formas: 1- Reconhecer tudo o que recebeu e agradecer por isso; 2- Atacar quem muito deu para diminuí-lo, de modo a criar no doador uma sensação de inferioridade que ele – o receptor – também sente; 3- Abandonar a pessoa que deu demais por não suportar receber os excessos ou sentir-se incapaz de se doar na mesma intensidade. É dessa forma que surgem alguns casos de traições. Para Hellinger, em relações de amizade e conjugais, um dá e o outro recebe. O que recebe fica grato e, de certa forma, em dívida. Portanto, sente-se compelido a dar de volta. Então, quem recebe dessa vez, sente-se endividado e irá retribuir. Isso irá gerar uma espiral ascendente e crescente, na qual o amor poderá florescer mais e mais. A engrenagem do relacionamento entre Lúcio e Ana emperrou quando ele – por questões individuais e sistêmicas/familiares – excedeu-se, julgando que, dessa forma, teria a esposa para sempre. E ela – também por questões próprias e familiares – não conseguiu retribuir à altura, gerando um desnível entre os dois. Assim, o que Lúcio tanto temia – perder Ana – acabou acontecendo. E acontece com muitas pessoas que inferem que, se se anularem em prol do outro, terão garantias permanentes. Mas a vida…ah, a vida!… só pode nos prometer escolhas e as subsequentes responsabilidades perante as mesmas. Ah, o que aconteceu com Lúcio? Atualmente está namorando e sentindo-se muito feliz. Mas, entre a separação e o momento atual passaram-se alguns anos, nos quais ele decidiu se autoconhecer para não cair em novo buraco. Até agora, está dando certo. Quanto à Ana, não tive mais notícias. Mas, de antemão, afirmo que precisará aprender a dar um pouco mais. Se essa for a escolha dela.

A GRATIDÃO FAZ COM QUE NOSSOS RELACIONAMENTOS FLORESÇAM! Agradecer significa tomar o que me é dado, segura-lo com respeito nas mãos, acolhe-lo dentro de mim, em meu coração, até que percebo internamente: agora é uma parte de mim. Agradecer é também aplicar o que me foi dado e se tornou uma parte de mim, numa ação que permita a outros alcançar também o que me enriqueceu. Só então o que me foi dado alcança sua plenitude. Agradecer me torna grande, pois quando agradeço tomo algo de outros como um presente. Isso me enriquece, porque o recebo. Ao mesmo tempo, o que recebo agradecido não pode ser perdido por mim. O agradecimento me permite conservá-lo e aumentá-lo. Ele atua como o sol e a chuva morna atuam sobre uma planta jovem. Ela floresce. O agradecimento une e faz com que nossos relaciona‐ mentos floresçam pois, de bom grado, se dá a quem agradece. Por seu lado, quem recebe agradecido torna-se interiormente aberto e não pode deixar de dar e passar adiante o que recebeu com gratidão. Assim, o agradecimento nos torna felizes e enriquece a ambos. Quem agradece, honra o que lhe foi dado e, simultaneamente, honra aqueles que lhe presentearam. Assim, o agradecimento engrandece a todos: a mim, a dádiva e ao doador. Bert Hellinger

*O amor* Artigo de Brigitte Champetier de Ribes O amor é una presença de fundo, não é um sentimento e, sim, uma atitude. É a aceitação incondicional e agradecida do outro tal como é. É “Eu te tomo tal como é. Obrigado por me ter sido presenteado. Obrigado por ser como é.”. Aprendemos o amor com os pais. Tudo o que nos separe do amor incondicional aos pais, irá se interpor entre nós e os outros. Se houve “movimento interrompido do amor” para o pai ou a mãe, haverá, também, para o parceiro. O amor é aprendido e reparado com os pais. Quando o nosso amor para os pais fluir, fluirá, também, para os outros. A paixão é cega, não nos permite ver a outra pessoa, somente vemos o que precisamos, o que projetamos. A paixão é um impulso que não podemos controlar, que vem de longe, vem da necessidade de nosso sistema familiar de curar ou compensar algo, graças a esse outro que nos está atraindo. A paixão é a primeira etapa, durante a qual a pessoa está tomada por um movimento sistêmico instintivo totalmente a serviço da vida Mais tarde, chega o amor à segunda vista. Para isso, geralmente os dois apaixonados começaram a viver crises que os aproximam da realidade. A cegueira desaparece e, finalmente, se veem um ao outro. É quando, então, o casal desaparece ou se formaliza. A pessoa, por fim, descobriu como o outro é: alguém tão imperfeito como ela mesma, que não corresponde, em nada, com o ideal de parceiro que havia forjado. No fundo, esse ideal é sempre uma projeção da mãe, nem sequer da mãe que tivemos, mas sim, de uma mãe ideal… O amor à segunda vista é um amor adulto que toma o outro como é, renunciando que o outro se encarregue das minhas necessidades. Pouco a pouco, a pessoa se dá conta que parte destas necessidades poderá ser atendida pela relação e grande parte não… A pessoa assumirá a responsabilidade pelas suas carências e pela sua cura. As três palavras chaves do amor no casal são: sim, obrigado, por favor. Sim, te amo e te tomo tal como é, Obrigado por ser como é, obrigado por tudo que me deu, Por favor, te preciso. A relação de casal se baseia em “te tomo tal como é” , e a vida em sociedade se baseia no respeito à diversidade de cada um “obrigado por ser como é”.

Os destinos guia quem os aceita, mas arrastam quem a eles resiste".

Deixo para esta sexta-feira santa esse texto do Bert Hellinger sobre Jesus! Distante, já quase irreconhecível por causa dos muitos que se apossam de ti, eu te saúdo, ao mesmo tempo te recordando e esquecendo. Filho do homem, um de nós, experimentadores o extremo no fracasso e nos ensinaste, em presença do extremo, a sermos modestos, impotentes e, justamente assim, totalmente entregues. Aboliste a diferença entre o bem e o mau diante de Deus. Não obstante, foste exilado para o céu distante por aqueles que não toleram sua grandeza, e por eles foste proclamado juiz para te vingares dos que convidaste à tua mesa. Quanto mal te fizeram com isso! Em lugar de poder amar aqui como tu, sem excluir sequer o último, fomos obrigados a temer-te, como se não tivesses amado também os últimos, como todos os demais, diante de Deus. Por isso quero esquecer como foste desfigurado por outros e brandindo por eles como uma espada e lembrar como proclamas que todos são igualmente dignos de amor diante de Deus. Assim te tomo em minha alma e te peço que nela me ensines. Bert Hellinger. Última modificação: 11 de m
"Um dos modos de punir os pais é manter-se sem êxito, é fracassar. Nada preocupa mais os pais que um filho fracassado, doente e infeliz. Portanto, os efeitos da reconciliação com o pai e a mãe é a saúde, felicidade e prosperidade. Reconciliar com eles não é considerar certas ou erradas suas ideias, reconciliar com eles é honrá-los. Isso é uma experiência do coração, uma experiência sensorial, uma experiência quase que de conversão. Não os honramos por suas atitudes, nem porque se tornaram pais melhores, honramos porque eles nos entregaram a vida, e somente a honra é capaz de demonstrar gratidão para com aqueles que nos entregaram algo tão especial, essencial: a vida. Eles nos entregaram a vida, portanto, não disputamos com eles, não os confrontamos e nem os tratamos como iguais a nós, nós os honramos. Permanecemos humildes perante nossos pais, porque com todas as adversidades, eles nos entregaram a vida e não há nada maior do que isso. Quem honra os pais toma a benção essencial e depois toma todas as outras bênçãos. Não existe sucesso APESAR DE TUDO, só existe sucesso A PARTIR DOS PAIS." Olinda Guedes Última modificação: 11 de mai de 20
*_INTEGRE A SOMBRA_* "Abrace o *orgulho* que está em você, porque por trás dele há uma criança que não foi amada. Abrace a *exigência* que está em você, porque atrás dela há uma criança que não sentiu amor. Abrace o *"agradador eterno"* que está em você, porque atrás dele há uma criança rejeitada. Abrace a *raiva* que há em você, porque atrás dela há uma criança abandonada. Abrace o *solitário* em você, porque atrás dele há uma criança excluída e discriminada. Abrace a *relutância, a apatia, a falta de significado* , porque ... por trás de tudo isso, há a sua criança que sofre para ser quem não é ... Abrace a *dor* que está em você, porque atrás dela há uma criança ferida. As crianças que vivem dentro de nós estão começando a se manifestar, e desta vez não vão parar até serem ouvidas ... *Não faça mais silêncio, aprenda a integrá-la, compreendê-la, abraçá-la, libertá-la, trazê-la de volta à vida.* " *Texto:* Carina Tacconi, em A Educação do Ser



A Física Quântica explica! 7 coisas que afetam a sua
Frequência Vibracional.
Vibração na física quântica significa que tudo é
energia. Somos seres vibracionais. Cada vibração
equivale a um sentimento e no mundo “vibracional”
,
existem apenas duas espécies de vibrações, a positiva
e a negativa. Qualquer sentimento faz com que você
emita uma vibração que pode ser positiva ou negativa.
1a – *Os Pensamentos*.
Todo pensamento que você possui emite uma
frequência para o Universo e essa frequência retorna
para a origem, no caso, você! Então se você tem
pensamentos negativos, de desânimo, tristeza, raiva,
medo, isso tudo vai voltar para você. Por isso é tão
importante que você cuide da qualidade dos seus
pensamentos e aprenda a cultivar pensamentos mais
positivos.

2a – *As Companhias*.
As pessoas que estão a sua volta influenciam direta‐
mente na sua frequência vibracional. Se você está ao
lado de pessoas alegres, determinadas, você também
entrará nessa vibração, agora se você se cerca de
pessoas reclamonas, fofoqueiras e pessimistas, tome
cuidado! Pois elas podem estar diminuindo a sua
frequência e como consequência te impedindo de
fazer a lei da atração funcionar a seu favor.

3a – *As Músicas*.
Músicas são poderosíssimas. Se você só escuta

músicas que falam de morte, traição, tristeza,
abandono, isso tudo vai interferir naquilo que você
vibra. Preste atenção na letra das músicas que você
escuta, elas podem estar diminuindo a sua frequência
vibracional. E lembre-se: você atrai para sua vida
exatamente aquilo que você vibra.

4a – *Coisas que você Assiste*.
Quando você assiste programas que abordam desgra‐
ças, mortes, traições, etc. seu cérebro aceita aquilo
como uma realidade e libera toda uma química no seu
corpo, fazendo com que sua frequência vibracional
seja afetada. Assista coisas que te façam bem e te
ajudem a vibrar numa frequência mais elevada.

5a – *O Ambiente*.
Seja na sua casa ou no seu trabalho, se você passa
grande parte do tempo num ambiente desorganizado,
sujo, feio, isso também afetará a sua frequência.
Melhore o que está a sua volta, organize e limpe o seu
ambiente. Mostre ao Universo que você está apto a
receber muito mais. Cuide do que você já tem!

6a – *A Fala*.
Se você reclama ou fala mal das coisas e das pessoas,
isso afeta a sua frequência vibracional. Para você man‐
ter a sua frequência elevada é fundamental que você
elimine o hábito de reclamar e de falar mal dos outros.
Então evite fazer dramas e se vitimizar. Assuma a
Responsabilidade pelas Escolhas da sua Vida!

7a – *A Gratidão*.
A Gratidão afeta positivamente a sua frequência
vibracional, esse é um hábito que você deveria incor‐
porar agora mesmo na sua vida. Comece a agradecer
por tudo, pelas coisas boas e ruins, por todas as
experiências que você já vivenciou. A gratidão abre as
portas para que >as coisas boas fluam positivamente
na sua vida. Você já agradeceu hoje?"
(Autor Desconhecido)


HIPNOSE NO DF | PROB. PSÍQUICO | HIP. DEF. IND. | SOBRE MIM | CASOS CLÍNICOS
Site Map