HIPNOSE NO DF PROB. PSÍQUICO HIP. DEF. IND. SOBRE MIM CASOS CLÍNICOS
HIPNOSE NO DF
PROB. PSÍQUICO
HIP. DEF. IND.
SOBRE MIM
CASOS CLÍNICOS
VÍDEOS
ONSTELAÇÃO FAMIL. SITEMIC


Uma mulher que todos os dias sonhava que tinha sua casa invadida e roubavam tudo.

 

Uma mulher me procurou pelo fato de que todos os dias sonhava que uma pessoa entrava em sua casa e roubava tudo. Sua vontade era a de descobrir o porquê deste problema. Ao fazer uso da hipnose como técnica auxiliar ao trabalho psicoterápico e ao entrar em estado de transe, começou a chorar compulsivamente. Quando perguntei o motivo,  disse-me que os médicos estavam tirando seu filho. Indaguei se estavam fazendo um aborto contra sua vontade, ela respondeu que seu filho estava morto. Trabalhei com as técnicas de redecisão e ressignificação, e a paciente ficou totalmente livre desse sofrimento. No final do tratamento, a paciente, que era obesa, começou a emagrecer naturalmente até atingir o peso ideal.

A interpretação da distorção do sonho foi a seguinte: A casa era simbólica – seu próprio corpo; a mobília, que pode ser retirada da casa, simbolizada pelo corpo, é o filho. O roubo também era simbólico, ou seja, a negação da morte do filho. Este caso ocorreu há mais de seis anos e até hoje a paciente se mantém em perfeito estado físico, mental, espiritual e energético.

 

Um jovem rapaz que não conseguia apegar-se a ninguém afetivamente até que...


Um jovem rapaz, com 28 anos de idade, estava terminando o doutorado em uma renomada instituição federal de ensino. O jovem não conseguia apegar-se a nenhuma mulher e, todas as vezes que se relacionava com uma, sentia forte repulsa, logo se afastando dela. Procurou tratamento por ter-se relacionado com uma jovem e ter-se apaixonado doentiamente e haver sido rejeitado por ela. Coloquei-o em estado de transe hipnótico, explorando o sentimento que trazia consigo, que disse ser de rejeição. Buscando a origem do problema, foi emergida do inconsciente coletivo – código genético de memória – a lembrança de um jovem casal que estava navegando em um pequeno barco sobre as águas tranquilas de um lago. Referiu que a mulher se tratava de uma prometida – nome dado naquela época para noiva –, mas que ainda não havia sido tocada. Passados alguns instantes, o paciente foi tomado de um aspecto tenso. Ao questionar o que estava acontecendo, disse que iria acontecer alguma coisa muito ruim na tribo que eles habitavam. Questionei se era um terremoto, um maremoto ou um vulcão, ele disse que iriam invadi-la e que o jovem era o chefe da tribo. Logo em seguida, começa uma batalha terrível e todos os guerreiros aliados foram mortos a fio de espada, sobrevivendo apenas aquele jovem e sua prometida. Ele tornou-se prisioneiro e foi crucificado, quando já estava preso à cruz, os soldados fizeram uma curra em sua em sua prometida que, após sofrer a violência sexual, olha para ele na cruz e não diz nada, mas ele entende que poderia ter evitado aquela guerra. Logo após esta cena, veio a compreensão do porquê de suas dificuldades afetivas de hoje e de que isso ele havia herdado geneticamente.

Muitas outras queixas foram tratadas e, após a alta, o paciente terminou seu doutorado no semestre posterior ao tratamento. Nesse período, começou a namorar, apaixonam-se um pelo outro, casaram, tiveram uma filha e vivem muito bem. Também pertence a ele um caso de masturbação compulsória, que vale a pena ler.

 

Um caso de compulsão masturbatória.

Um jovem rapaz bem-sucedido intelectual e financeiramente e que tinha tudo para ser feliz, porém, em matéria de relacionamentos era verdadeiro desastre. Quando se relacionava sexualmente com uma mulher, sentia repulsa e mal-estar, mas era acometido de uma compulsão masturbatória, no total de cinco vezes ao dia. Coloquei-o em transe hipnótico e, buscando o sentimento que ele tinha após seus atos sexuais, disse-me que era medo de perder. Buscando a origem do problema, emergiu de seu inconsciente coletivo a lembrança de um jovem humilde, trabalhador braçal, seduzido por uma mulher que o forçou a praticar sexo oral. Após o ato, a mulher o denunciou aos soldados daquele vilarejo, que o fizeram prisioneiro, cortaram-lhe a língua, o pênis e as mãos e depois o lançaram a um calabouço estreito e frio e, como punição, aquela mulher vinha todos os dias, entrava em sua cela, ficava nua e se esfregava nele, que ficava excitado mas não podia fazer nada, pois não tinha as mãos,  o pênis e nem a língua.

Ele compreendeu que essa história fazia parte de suas gerações passadas – seus antepassados – e que tinha sido transmitida geneticamente, sendo a masturbação compulsória uma forma de proteger o seu órgão genital de possíveis ameaças se viesse a se relacionar sexualmente.

Após a redecisão, ressignificação e reedição, tornou-se uma pessoa feliz nas relações afetivas e, naturalmente, abandonou a masturbação.


Um caso de uma mulher que lutava contra o tempo.

Jovem de 33 anos, empresária bem-sucedida, porém sempre estava brigando contra o tempo. Dizia que o tempo estava passando e ela não tinha conseguido nada. Tem uma filha fruto de um relacionamento breve, e, apesar de ser bonita, tinha sérios problemas para se relacionar afetivamente. Era portadora de disfunção sexual (anorgásmica).

Quando investiguei o sentimento que aflorava quando se relacionava com alguém, disse que era de medo. Buscando a origem do problema, emergiu do inconsciente coletivo – código genético de memória – a imagem de uma mulher trancada em um quarto e que sempre era espancada pelo marido. Viviam no vilarejo de La República de Paris, no ano de 1880. O marido era banqueiro, portador de psicopatias em grau severo e mais tarde foi internado em um manicômio, vindo a falecer poucos dias após a internação.

A jovem mulher, que até então era prisioneira e maltratada, torna-se herdeira da referida instituição financeira aos 33 anos de idade. Apesar de a sociedade daquela época não dar crédito à figura feminina e os acionistas serem contrários a ela estar à frente da instituição, lutou e permaneceu firme no cargo de presidente do banco. Relata ter criado uma linha de crédito para os pequenos comerciantes, pois se tratava de pessoas honestas e excluídas pelos outros banqueiros da época. Com o passar do tempo, sua instituição cresceu e, após sua morte, transformou-se no Banco de Paris.

A jovem banqueira dizia ser tão linda que as pessoas paravam para ela passar, mas, devido aos traumas provocados pelo marido, nunca se relacionou com mais ninguém, até sua morte na velhice.

Os detalhes deste caso clínico dariam para  escrever um livro, mas, por ser polêmico,  limito-me a relatar o desfecho do tratamento.  Ao final, a jovem já não se incomodava com o tempo, havia-se curado da disfunção sexual e, após quatro meses da alta, começou a se relacionar com um jovem da mesma faixa etária. Casaram-se e estão vivendo bem.

Conclusão: A briga contra o tempo  hoje ela com 33 anos é  a mesma idade emergida no inconsciente coletivo, ou seja código genético de memória, onde aquela mulher tornou-se uma banqueira milionária. Quanto à disfunção sexual, concluiu-se que se dava pela herança genética, uma vez que relacionamento afetivo e sexual gravado em seu inconsciente coletivo era sinônimo de tortura e esmagamento da vontade. A melhora se deu graças às técnicas de ressignificação, reedição e redecisão.

 

Um caso de depressão endógena:

Uma jovem senhora casada, quarenta anos de idade, servidora pública, estava afastada do trabalho por depressão e recebeu o diagnóstico médico de depressão endógena (depressão sem causa) ou hereditária.

A paciente foi colocada em estado de transe hipnótico e, buscando o sentimento que trazia consigo, disse-me que era de impotência. Ao buscar a origem desse sentimento, disse-me que estava brigando com o marido aos dezessete anos de idade.

Sabendo que a origem dos problemas psíquicos está entre 0 e 8 (zero a oito) anos de idade, vida fetal ou ainda no código genético de memória, busquei o sentimento daquele momento ela me disse sentir um nada. Buscando a origem desse sentimento, ela entra em choro compulsivo, dizendo que estava na barriga da mãe e que a mesma estava tentando abortá-la.

Foram feitos os procedimentos de redecisão, ressignificação e reedição e a paciente ficou curada da depressão, tendo em vista que foi trabalhado o problema na sua origem.

É importante mencionar que o tratamento envolve várias sessões de hipnose e psicoterapia, porém relato apenas as sessões mais importantes.

 

Dois Irmãos adotivos que eram rivais e que estavam para matar um ao outro.

Mulher de 44 anos de idade, família composta por 2 filhos biológicos e um filho adotivo. O filho adotivo é um problema, não tem responsabilidade financeira, vive arriscando o patrimônio da família. Ela é a irmã mais velha, advogada e muito responsável, por isso vivia em pé de guerra com o irmão adotivo. As brigas eram constantes e até com ameaças de morte.

Em uma das sessões em que chegara queixando-se do irmão adotivo, coloquei-a em estado de transe hipnótico. Perguntei-lhe o sentimento que trazia em relação ao irmão adotivo, e ela me respondeu que era raiva. Buscando a origem do problema, emergiu de seu inconsciente coletivo (código genético de memória) um jovem rapaz que fez muito mal a uma jovem mulher e que a mesma trazia consigo ódio mortal. Levei-a a compreender que se tratava de uma pessoa doente para agir assim. Ela conseguiu perdoar-lhe e, a partir desta sessão, os dois ficaram muito unidos e só ouvia a ela no contexto familiar. A família toda percebeu a mudança e ficou surpresa pelo resultado alcançado.

Observação: o mais interessante é que ele nunca ficou sabendo da sessão e, muito menos, de que ela estava em tratamento.

 

Um caso de depressão e dor no joelho, cuja causa os médicos não diagnosticavam.

 

Uma mulher de 38 anos de idade, servidora pública, me procurou porque estava acometida por depressão profunda, pensamentos mórbidos e medo de falar em público. Havia perdido uma irmã recentemente por suicídio, também portadora de depressão.

A depressão e o medo de falar em público foram sanados completamente, porém, no momento de receber alta, me relatou que sentia dor no joelho e que essa dor a acompanhava desde a tenra infância, mas os médicos nunca haviam conseguido diagnosticar o problema. Sabendo que há um tipo de epilepsia que provoca dores abdominais e também nas articulações, encaminhei-a para uma neurologista de confiança. Após ser examinada, retornou ao consultório, dizendo que não tinha dado nada e que havia sido encaminhada a um ortopedista. Ela achava que não ia dar em nada, uma vez que já havia feito ressonância magnética e não tinha dado nada.

Por tratar-se de uma pessoa religiosa e católica, recomendei-lhe a leitura de um livro intitulado Cura entre Gerações, do Padre Robert DeGrandis. Perguntei se tinha lido o livro, respondeu que sim; perguntei se ela estava preparada para investigar o inconsciente coletivo, e a resposta foi positiva. Em estado de transe hipnótico, investigando o sentimento que aflorava diante da dor e buscando a origem do problema, emergiu a lembrança de uma jovem mulher, muito pobre e que desempenhava a função de doméstica, passava muita fome, dores e cansaço. Passado um tempo, ela consegue um emprego melhor em uma casa mais nobre e já não passava tantas necessidades. Na casa tinha uma escada e, certo dia, ao descer a mesma, sofreu uma terrível queda, provocando um ferimento no joelho que evoluiu para uma gangrena, em uma época em que não havia antibióticos, vindo a falecer.

Foi feito o trabalho de ressignificação, reedição e redecisão e desprendimento das emoções negativas. Com isso, a paciente venceu mais essa etapa. Já decorreram seis anos, e todos os anos ela me liga para agradecer e comentar que nunca mais teve dor no joelho.

 

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